Comparações · 18 de fevereiro de 2026 · Por João Pereira, Founder, Build Up Labs · Atualizado em 28 de agosto de 2026 · 8 min
TOConline vs InvoiceXpress: preços 2026 e integração Stripe
Comparação dos preços publicados em 2026, APIs, rascunhos FT e FR, SAF-T, acesso do contabilista e gestão multiempresa no TOConline e InvoiceXpress.
TOConline e InvoiceXpress suportam faturação portuguesa e integração por API, mas servem operações diferentes. Em 28 de agosto de 2026, o TOConline parte de 9 € por mês de referência para gestão comercial, enquanto o InvoiceXpress escala pelo número mensal de documentos. A escolha depende sobretudo do contabilista, do volume e da gestão multiempresa.
Quanto custam o TOConline e o InvoiceXpress em 2026?
Os valores abaixo foram consultados nas páginas oficiais dos dois fornecedores em 28 de agosto de 2026. São preços apresentados sem IVA e devem ser confirmados antes da subscrição, porque campanhas, condições e planos podem mudar.
| Fornecedor e plano | Preço publicado | Unidade incluída |
|---|---|---|
| TOConline, licença ACT | 0 € | Documentação para a ACT, não faturação comercial |
| TOConline, Gestão Comercial | Desde 9 €/mês de referência ou 108 €/ano | Documentos ilimitados |
| TOConline, Gestão Administrativa | Desde 14,58 €/mês de referência ou 175 €/ano | Pack de cinco empresas |
| InvoiceXpress, Grátis | 0 €/mês | Um documento por mês |
| InvoiceXpress, X10 | 9 €/mês | 10 documentos por mês |
| InvoiceXpress, X100 | 24 €/mês | 100 documentos por mês |
| InvoiceXpress, X500 | 29 €/mês | 500 documentos por mês |
| InvoiceXpress, X1k | 43 €/mês | 1.000 documentos por mês |
A tabela não faz uma equivalência direta entre produtos. A Gestão Comercial do TOConline inclui faturação, compras e stocks, enquanto a Gestão Administrativa acrescenta contabilidade, salários e ativos. No InvoiceXpress, o preço cresce sobretudo com o limite mensal de documentos e a página indica utilizadores ilimitados.
Para uma empresa que emita 100 documentos mensais, o ponto publicado pelo InvoiceXpress é o X100, a 24 € por mês. No TOConline, a referência anual da Gestão Comercial é 108 €, mas a licença é pedida através do contabilista. A comparação deve incluir o serviço contratado ao gabinete e não apenas dividir o preço anual por doze.
Como funciona a subscrição de cada plataforma?
O modelo comercial é uma diferença prática. O site do TOConline informa que a subscrição está disponível exclusivamente para contabilistas certificados. A licença ou o acesso à empresa de demonstração são solicitados ao contabilista, e as licenças podem ter períodos de seis ou doze meses.
O InvoiceXpress permite escolher diretamente um plafond mensal de documentos. A página apresenta ciclos mensal, semestral, anual e bienal, além de uma solução personalizada para necessidades multi-conta. Também anuncia 30 dias de experiência; terminado esse período, a conta pode passar para o plano gratuito se não houver subscrição paga.
Por exemplo, uma microempresa que emita oito documentos num mês e doze no seguinte deve verificar se o X10 cobre os picos ou se o X20 evita uma alteração frequente. Uma empresa acompanhada por um gabinete que já usa TOConline deve pedir o custo total da licença e do serviço ao contabilista.
O TOConline pertence à OCC ou à Cloudware?
O TOConline é o produto da colaboração entre a Ordem dos Contabilistas Certificados, ou OCC, e a Cloudware. A comunicação pública do TOConline apresenta-o como software da OCC e centra a subscrição no contabilista certificado. Esta descrição é mais precisa do que o tratar como produto da Autoridade Tributária ou atribuir a plataforma apenas a uma das entidades.
A certificação fiscal é outra questão. O TOConline publica o certificado AT n.º 1662 e o InvoiceXpress publica o certificado n.º 192. A certificação indica que os programas constam do enquadramento aplicável, mas não decide por si só qual se adapta ao processo da empresa. Uma equipa continua a ter de configurar séries, documentos e comunicação.
Qual tem a API mais adequada para integrar com Stripe?
Ambos disponibilizam API, mas a autenticação e o processo inicial são diferentes. A escolha não deve ser feita com base numa classificação abstrata de “melhor API”; deve considerar quem autoriza a ligação, como a credencial é renovada e quais os documentos usados no fluxo.
| Aspeto | TOConline | InvoiceXpress |
|---|---|---|
| Autenticação documentada | OAuth, com fluxos simplificado e detalhado | Chave de API enviada em cada pedido HTTPS |
| Formato e documentação | API documentada em OpenAPI, Swagger e Postman | API JSON com documentação por recurso |
| Recursos relevantes | Empresa, vendas, compras e APIs auxiliares | Faturas, clientes, artigos, séries, impostos e SAF-T |
| Credencial operacional | Tokens de acesso e renovação | Chave associada ao utilizador e à conta |
Num conector que funciona continuamente, o OAuth do TOConline implica tratar a renovação de tokens. No InvoiceXpress, a chave é mais direta de configurar, mas deve ser protegida e substituída quando necessário. Em ambos os casos, as credenciais devem ficar fora do navegador e ser guardadas de forma segura no serviço que executa a integração.
Os dois suportam rascunhos de FT e FR?
Sim, no fluxo suportado por este portal. As capacidades configuradas no código marcam supportsFtDraft e supportsFrDraft como verdadeiras tanto para TOConline como para InvoiceXpress. A opção de rascunho pode, assim, ser apresentada para faturas FT e faturas-recibo FR nos dois conectores.
Um pagamento Stripe bem-sucedido continua liquidado. O modo de rascunho muda apenas o estado do documento no fornecedor de faturação quando a organização ativa essa opção; não cria uma segunda confirmação do pagamento. Por exemplo, uma equipa pode rever os dados de uma FR antes de a finalizar sem voltar a cobrar o cliente.
Esta capacidade deve ser comparada com o processo real. Uma operação que pretende emissão imediata pode manter os documentos finais. Uma operação com aprovação humana deve confirmar quem revê os rascunhos, com que frequência e o que acontece quando a validação não é feita a tempo.
Como comparam SAF-T, contabilista e gestão multiempresa?
Os dois fornecedores publicam suporte para SAF-T. No TOConline, a colaboração com o contabilista está no centro do produto: o profissional subscreve e gere licenças, e a Gestão Administrativa inclui um pack de cinco empresas. Isto favorece gabinetes que querem trabalhar no mesmo ambiente da faturação e da contabilidade.
O InvoiceXpress inclui exportação SAF-T e anuncia o agendamento do envio do ficheiro ao contabilista. Os planos publicados têm utilizadores ilimitados, enquanto necessidades multi-conta são encaminhadas para uma proposta personalizada. Isso permite colaboração, mas com um modelo comercial diferente do pack multiempresa do TOConline.
Num gabinete com cinco clientes, a Gestão Administrativa do TOConline fornece uma referência imediatamente comparável ao pack anunciado. Uma empresa com várias marcas ou entidades no InvoiceXpress deve confirmar se basta a funcionalidade multi-marca ou se precisa da solução multi-conta, porque não representam a mesma separação jurídica.
Qual escolher para cada perfil de empresa?
| Perfil | Ponto de partida | Motivo a validar |
|---|---|---|
| Empresa cujo contabilista já trabalha no TOConline | TOConline | Acesso e contabilidade no mesmo ambiente |
| Trabalhador independente com poucos documentos | InvoiceXpress | Plano direto ajustado ao plafond mensal |
| Operação automatizada com centenas de documentos | Comparar ambos | Custo total, limites da API e acompanhamento operacional |
| Gabinete ou grupo com várias empresas | Comparar pack e proposta | Gestão Administrativa versus solução multi-conta |
| Equipa que exige aprovação antes da emissão | Ambos | FT e FR podem ficar em rascunho no fluxo suportado |
Esta matriz é um ponto de partida, não uma recomendação universal. Uma empresa com 500 documentos mensais pode valorizar o preço publicado do X500; outra pode preferir a ligação do TOConline ao gabinete de contabilidade. A pessoa que corrige documentos e fecha o mês deve participar na decisão.
O que muda na integração com o Stripe?
O princípio é igual nos dois conectores: um pagamento Stripe concluído é tratado como pago, e a fatura correspondente é a entidade principal do processo. A integração transporta montantes, linhas e dados fiscais do Stripe para o fornecedor escolhido. Não calcula IVA com base no país, no código postal ou no prefixo do NIF.
A empresa configura a série, o tipo FT ou FR, o modo final ou rascunho e o mapa fiscal do fornecedor. Quando o Stripe não fornece dados fiscais, o fluxo usa 0% e o código de isenção predefinido pela organização; sem esse código, o caso segue para revisão manual. Assim se evita inventar uma regra fiscal diferente para cada conector.
Por exemplo, uma sessão paga com duas linhas e impostos distintos deve chegar ao TOConline ou ao InvoiceXpress com essa distinção preservada. A escolha do fornecedor não deve juntar as linhas numa taxa média nem recalcular o imposto. O guia sobre como automatizar a faturação Stripe em Portugal descreve o circuito completo.
Como consultar cada fornecedor por MCP?
Para equipas que precisam de consultar documentos por conversa, existem páginas específicas para ligar o TOConline por MCP e para ligar o InvoiceXpress por MCP. Esta comparação trata a escolha do sistema de faturação; essas páginas explicam o acesso de leitura e as operações disponíveis em cada perfil.
Um contabilista pode, por exemplo, preferir o TOConline para o trabalho diário e consultar os documentos autorizados pelo perfil correspondente. Outra equipa pode manter o InvoiceXpress e usar o respetivo perfil. Não é necessário mudar de fornecedor apenas para comparar dados por conversa.
Que perguntas devem ser respondidas antes da escolha?
- Quantos documentos são emitidos no mês normal e no mês de pico?
- Quem subscreve e administra a conta: empresa ou contabilista?
- Quantas empresas juridicamente separadas precisam de acesso?
- É necessário manter FT ou FR em rascunho para aprovação?
- Quem recebe, confere e comunica o ficheiro SAF-T?
- A equipa prefere OAuth ou consegue gerir uma chave de API?
- Quais são o custo total e as condições atuais, já com IVA?
Uma folha com estas respostas permite testar a decisão com dados reais. Se o mês de pico tiver 620 documentos, deve comparar-se o plafond que os comporta, e não o plano escolhido para um mês de 80. Se o contabilista exigir um fluxo específico, esse requisito deve entrar na comparação antes da diferença de preço.
Perguntas frequentes
Quanto custam o TOConline e o InvoiceXpress em 2026?
Nos preços consultados em 28 de agosto de 2026, a Gestão Comercial do TOConline partia de 9 euros por mês de referência, ou 108 euros por ano. O InvoiceXpress começava num plano gratuito de um documento e num X10 de 9 euros por mês. Os valores não incluem IVA e devem ser confirmados antes da subscrição.
Os dois fornecedores suportam rascunhos de FT e FR?
Sim, no fluxo suportado pelo portal. As capacidades configuradas no código permitem rascunhos FT e FR em ambos os conectores. O pagamento Stripe continua liquidado; apenas o estado do documento no fornecedor fica em rascunho quando a organização escolhe essa opção.
Qual API é mais adequada para integrar com o Stripe?
Depende da operação. O TOConline documenta autenticação OAuth e o InvoiceXpress usa uma chave de API por pedido. A decisão deve considerar autorização, renovação de credenciais, tipos documentais e o processo de suporte, não uma classificação abstrata da API.
Qual funciona melhor com várias empresas?
O TOConline publica um pack de cinco empresas na Gestão Administrativa. O InvoiceXpress encaminha necessidades multi-conta para uma proposta personalizada. Deve distinguir-se gestão de marcas de separação entre entidades jurídicas antes de comparar preços.
Quem subscreve e administra cada plataforma?
O TOConline informa que a subscrição é feita através de contabilistas certificados. O InvoiceXpress apresenta subscrição direta por plano e ciclos de pagamento diferentes. Em ambos, os acessos e responsabilidades devem ser definidos entre a empresa e o contabilista.
Fontes
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